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Caoa Chery Arrizo 5 elétrico terá preço competitivo – Jornal do Carro Estadão

Caoa Chery Arrizo 5 elétrico terá preço competitivo – Jornal do Carro Estadão

O Arrizo 5 elétrico (Arrizo 5e) deve chegar às lojas da Caoa Chery do Brasil ainda neste ano. Primeiro carro 100% elétrico feito no Brasil, o sedã médio terá preço bastante competitivo – em torno dos R$ 120 mil.
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São cerca de R$ 50 mil a mais que a tabela da versão de entrada com motor a combustão. Ainda assim, o sedã compacto será mais barato até que o Toyota Prius, que é híbrido e parte de R$ 126.600.
O Arrizo 5e foi uma das atrações da Caoa Chery no Salão do Automóvel, em novembro do ano passado. Além do três-volumes, a empresa expôs o SUV compacto Tiggo 2e e o hatch subcompacto eQ1, também elétricos.
Vídeo da semana: M2 Competition e TT RS na pista

Arrizo elétrico é bom de curva
Avaliamos o Arrizo 5e em uma pista de testes na sede da Chery, em Wuhu, na China. Em movimento, a versão elétrica é ainda melhor que a com motor 1.5 flexível turbo de 150 cv, lançada no mercado brasileiro durante o salão paulista.
Por fora, a única diferença entre elas é a adição da letra “e” ao nome do carro. Na cabine, no lugar onde ficaria a haste de câmbio há um botão giratório por meio do qual o motorista aciona os modos D (dirigir), P (estacionado) e N (neutro).
Abaixo dele fica o botão que libera e trava os freios. A partia do motor também é feita por meio de um botão localizado à direita do volante.
Das sutilezas, há o aviso luminoso “ready” (pronto para uso) na parte superior do quadro de instrumentos, e do nível da carga das baterias – à direita do velocímetro -, além de mais funções na central multimídia.
Recuperação de frenagem pode ser ajustada
Um dos destaques é a que permite gerenciar o quanto de energia será recuperada nas frenagens. Com toques na tela localizada no meio do console central o motorista pode optar entre cinco níveis de ajuste.
No 1 (a menor interferência), o carro fica mais “solto”. Já com o nível 5 acionado a redução de velocidade quando se tira o pé do acelerador é instantânea.

Isso porque o sistema passa a funcionar como um dínamo. A eletricidade gerada pela inércia será enviada às baterias.
Na prática, o Arrizo 5, como qualquer modelo híbrido ou 100% elétrico, é mais eficiente quando está no anda e para do trânsito urbano. Em velocidade de cruzeiro, como em estradas e vias rápidas, o motor elétrico é mais demandado e, exceto em descidas, a recuperação de energia é bem menor.
Caoa Chery terá dois recarregadores
O recarregamento completo do pacote baterias de íons de lítio é feito em cerca de 4 horas em tomadas convencionais de 220 volts. Há também um recarregador rápido, que permite repor cerca de 80% da carga em 40 minutos.
O Arrizo 5e que será vendido no Brasil virá com as duas opções. O plug para conectar o recarregador fica no mesmo local do bocal do tanto de combustível da versão flexível. Com as baterias completas, a autonomia chega a 400 km, de acordo com dados da Caoa Chery.
Instalado na dianteira, o motor elétrico do sedã compacto gera cerca de 122 cv de potência e torque de 28,1 mkgf, ante os 19,4 mkgf a 4.000 rpm do quatro-cilindros flexível. A principal diferença é que no Arrizo 5e a força total fica disponível imediatamente.
A velocidade máxima do sedã elétrico é de 152 km/h. Já a aceleração da imobilidade aos 100 km/h é feita em 9,7 segundos, de acordo com dados divulgados pela Caoa Chery durante o Salão.

Acelerações convincentes
Embora tenha sido avaliado em pista plana, foi possível constatar que o Arrizo 5e tem bom fôlego tanto em arrancadas quanto em retomadas de velocidade. Ao pressionar com firmeza o pedal da direita, o carro responde com vigor. E o que se ouve a bordo é apenas um zunido (bem baixo).
A versão elétrica é bem mais gostosa de guiar que a com motor a combustão, avaliada no ano passado. Mesmo ao fazer uma curva de cerca de 180º a cerca de 70 km/h, a carroceria não chegou a se inclinar de forma excessiva.

Vídeo relacionado: Caoa Chery Tiggo 5X em detalhes

O pacote de baterias instalado sob o assoalho, aliado ao bom ajuste das suspensões, colabora com esse bom comportamento. Embora o piso da versão elétrica seja mais alto, isso não chega a comprometer o espaço interno.
Não há segredo. O centro de gravidade baixo se traduz em maior estabilidade.
Durante a breve avaliação, a dianteira do Arrizo 5e não levantou de modo exagerado em arrancadas fortes. Tampouco mergulhou quando os freios foram acionados com vigor.
Direção poderia ser mais firme
A assistência da direção, por sua vez, poderia ser um pouco mais firme. A calibração, voltada ao conforto, deixa as respostas um tanto letárgicas.
Como o modelo que será vendido no Brasil receberá ajustes para agradar o gosto do consumidor brasileiro, é provável que isso seja revisto.
Os freios são bastante eficientes, graças também ao sistema de recuperação de energia. A 100 km/h e com o nível 1 acionado, o sedã rodou praticamente solto ao chegar ao fim da reta. Ainda assim, bastou pressionar levemente o pedal da esquerda para a velocidade baixar rapidamente.
Já com o gerenciamento de nível 5 ativado, a redução de velocidade quando se tira o pé do acelerador é imediata. No Arrizo 5e esse tipo de “frenagem” está longe de ser brutal quanto a de modelos como Chevrolet Bolt, Jaguar I-Pace e Nissan Leaf, por exemplo, mas também requer alguma adaptação de quem não tiver familiaridade com o comportamento de veículos elétricos.
Tiggo 2e elétrico é possibilidade
Além do sedã Arrizo 5e, o SUV Tiggo 2e também tem boas chances de vir ao Brasil. Isso porque, do ponto de vista de produção, as diferenças entre as versões elétricas e com motor a combustão são relativamente pequenas.
Na prática, a produção de ambos os carros na fábrica da Caoa Chery em Jacareí exigiria um investimento relativamente baixo. A empresa ainda estuda qual ou quais modelos serão feitos (em uma linha paralela). Tanto o sedã quando o SUV elétricos estão em fase de homologação no País.
O JORNALISTA VIAJOU A CONVITE DA CAOA CHERY
Prós
Comportamento e preço
Bom de acelerar, frear e firme em curvas, sedã será o elétrico mais barato do País.
Contra
Respostas da direção
No carro avaliado o ajuste estava voltado ao conforto, o que o deixou um tanto letárgico.
FICHA TÉCNICA
Caoa Chery Arrizo 5e
Preço (estimado): R$ 120 mil
Motor: elétrico síncrono de imãs permanentes
Potência: 90 Kw (cerca de 122 cv)
Torque: 18,1 mkgf
Aceleração de 0 a 100 km/h: 9,7 segundos
Comprimento: 4,53 metros
Largura: 1,81 metro
Distância entre os eixos: 2,65 metros
Porta-malas: 430 litrosFonte: Caoa Chery

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Citroën 19_19: el pasado y el futuro de la marca, unidos en un concept – 16 Valvulas Noticias de Autos

Citroën 19_19: el pasado y el futuro de la marca, unidos en un concept – 16 Valvulas Noticias de Autos

El 2019 es un año muy especial para Citroën, que como ya venimos anticipando en otros artículos, está celebrando sus 100 años de historia, diez décadas en las que presentó algunos de los autos más innovadores de su época, con un diseño y tecnología inéditas. Basta sólo con mencionar lo que significaron en su momento los DS, CX, XM o los humildes 2 y 3CV que motorizaron a Francia y tantos países alrededor del mundo. Para conmemorar su centenario, la firma de los dos chevrones presentó el concept 19_19, que si bien se inspira en los clásicos de la marca, es una ventana al futuro.A nivel de diseño realmente llama muchísimo la atención por su aspecto, que pareciera sacado de alguna película de ciencia ficción. Pero mirándolo más en detalle, sus líneas curvas recuerdan en cierta forma a los clásicos de Citroën mencionados anteriormente, con un toque muy moderno otorgado por los faros de Led delanteros y traseros que continúan hasta el emblema de la marca o las ruedas que sobresalen de la carrocería, pintada en una combinación bitono entre negro y azul.Puertas adentro, el concept mantiene esa idea futurista, con formas y materiales que son bastante diferentes a las que podemos encontrar en un vehículo de producción. Llaman la atención el diseño de la butaca y la ausencia de mandos: sólo son reconocibles el volante y los pedales, que pueden plegarse al activar la función de conducción autónoma. Para aumentar el confort de los pasajeros, el prototipo dispone de una suspensión adaptativa que aisla completamente el habitáculo de la superficie por la que se circula. Mención aparte para los neumáticos especiales desarrollados por Good Year que también contribuyen al confort de marcha.Mecánicamente, el 19_19 mira al futuro, con dos motores eléctricos –ubicados en cada eje, por lo que también posee tracción integral- que desarrollan una potencia combinada de 462 CV y un torque de 800 Nm. Estos propulsores son alimentados por un paquete de baterías de iones de litio con capacidad suficiente para otorgarle una autonomía de 800 kilómetros e incluso, utilizando un cargador especial, en sólo 20 minutos puede reabastecerse de energía suficiente para recorrer otros 600 kilómetros.
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¿Cuál es el impacto ecológico de la ropa que no se vende? – Estrategia y Negocios

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Por BloombergLa amplia cadena de suministro que produce y vende ropa tiene una huella de carbono enorme. Esto hace que la estantería de los artículos en liquidación sea un problema, dice Art Peck, responsable ejecutivo de Gap.La huella de carbono de una blusa con un estampado de poco éxito que finalmente se vende a 99 centavos es “en última instancia inexcusable”, dijo Peck en la Cumbre de Negocios Sostenibles de Bloomberg en Seattle el jueves.Los materiales para una sola pieza de ropa a menudo viajan por el mundo varias veces, a través de almacenes y centros de distribución, para llegar a una tienda. Y si el consumidor no la quiere, todo eso no ha servido de nada, explicó Peck.Las empresas tienen que resolver “el desajuste entre lo que se compra y lo que se quiere”, detalló.La reducción de los artículos no vendidos con un mejor análisis predictivo e inteligencia artificial podría ser una de las mejores maneras para que los minoristas reduzcan su huella de carbono y ahorren dinero al mismo tiempo, señaló.En los 30 años transcurridos desde que la “moda rápida” se convirtió en una tendencia predominante en el comercio minorista, casi todo el crecimiento económico de la industria provino de productos no sostenibles a base de poliéster que comenzaron su vida en un pozo petrolero, comentó.

Al final, la mayoría de la ropa no se recicla e incluso gran parte de la ropa donada termina en vertederos. Gap, que consume aproximadamente el uno por ciento del algodón mundial, está trabajando en el problema, expuso Peck.La compañía introducirá en el mercado pantalones vaqueros con 5 por ciento de algodón reciclado este año, indicó.El algodón es un cultivo de consumo intensivo de agua que resta tierras disponibles para la alimentación, por lo que las empresas de moda deben averiguar cómo reutilizarlo, manifestó Peck.Pero es difícil para los consumidores reciclar el material porque muchas fábricas de telas están en el extranjero, en Asia.La cadena textil también se enfrenta a otros problemas en la búsqueda de la sostenibilidad, como las emisiones producidas por los envíos de comercio electrónico.Para los consumidores, comprar ropa sostenible aún no es una obligación, puntualizó Peck.Por ejemplo, no van a comprar pantalones texanos ‘feos’ para salvar la Tierra, pero los minoristas tienen que prepararse para el día en que la población exija sostenibilidad, apuntó.

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